terça-feira, 22 de maio de 2012

Dio è morto (Fiorella Mannoia)



Ho visto
la gente della mia età andare via
lungo le strade che non portano mai a niente,
cercare il sogno che conduce alla pazzia
nella ricerca di qualcosa che non trovano
nel mondo che hanno già, dentro alle notti che dal vino son bagnate,
dentro alle stanze da pastiglie trasformate,
lungo alle nuvole di fumo del mondo fatto di città,
essere contro ad ingoiare la nostra stanca civiltà
e un dio che è morto,
ai bordi delle strade dio è morto,
nelle auto prese a rate dio è morto,
nei miti dell' estate dio è morto...

Mi han detto
che questa mia generazione ormai non crede
in ciò che spesso han mascherato con la fede,
nei miti eterni della patria o dell' eroe
perchè è venuto ormai il momento di negare
tutto ciò che è falsità, le fedi fatte di abitudine e paura,
una politica che è solo far carriera,
il perbenismo interessato, la dignità fatta di vuoto,
l' ipocrisia di chi sta sempre con la ragione e mai col torto
e un dio che è morto,
nei campi di sterminio dio è morto,
coi miti della razza dio è morto
con gli odi di partito dio è morto...

Ma penso
che questa mia generazione è preparata
a un mondo nuovo e a una speranza appena nata,
ad un futuro che ha già in mano,
a una rivolta senza armi, perchè noi tutti ormai sappiamo
che se dio muore è per tre giorni e poi risorge,
in ciò che noi crediamo dio è risorto,
in ciò che noi vogliamo dio è risorto,
nel mondo che faremo dio è risorto...

segunda-feira, 21 de maio de 2012

ORA (Lorenzo Jovanotti)


dicono che è vero che ad ogni entusiasmo
corrisponde stessa quantità di frustrazione

non c’è montagna più alta
di quella che non scalerò
non c’è scommessa più persa
di quella che non giocherò

-  ora  -

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Preghiera a Sant'Antonio per una vita cristiana santa


Sant'Antonio,
modello di grande santità
aiutami a vivere da vero cristiano,
fedele alla grazia e alle promesse del mio battesimo.
Tu vedi quante sono le difficoltà e i pericoli che mi circondano:
fa' che io possa vincere tutte le suggestioni del male e del peccato
e abbia la forza di testimoniare sempre con coraggio la mia fede.
Ottienimi un cuore capace di amare Dio al di sopra di tutte le cose,
un cuore pronto ad accettare la santa volontà del Signore
anche quando mi chiede il sacrificio e la rinuncia.
Apri la mia anima all'amore generoso e sincero verso i miei fratelli,
in modo che non mi chiuda mai in me stesso,
ma sia disposto a servire il mio prossimo,
a consolare chi soffre, ad aiutare chi è nel bisogno.
Intercedi per me,
sostienimi con il tuo esempio,
affinché io possa vivere e morire nella grazia e nell'amicizia di Dio.
Amen.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Salve Madre dell'Amore (Domenico Machetta)



Salve madre dell'Amore!
Salve fonte della Vita!
Come una mamma vivi accanto a noi, come una mamma!
Sentiremo il tuo amore
se seguiremo la tua voce, se vestiremo la tua forza,
cambieremo il mondo, Maria!

Tu sei come noi, tu fiore della terra, tu sei tra noi la madre di Dio!

Resta in mezzo a noi, tu sorriso della terra; attorno a te la fede ci unirà!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Os cristãos no mundo


Os cristãos não se diferenciam dos outros homens nem pela pátria nem pela língua nem por um gênero de vida especial. De fato, não moram em cidades próprias, nem usam linguagem peculiar, e a sua vida nada tem de extraordinário. A sua doutrina não procede da imaginação fantasista de espíritos exaltados, nem se apóia em qualquer teoria simplesmente humana, como tantas outras.

Moram em cidades gregas ou bárbaras, conforme as circunstâncias de cada um; seguem os costumes da terra, quer no modo de vestir, quer nos alimentos que tomam, quer em outros usos; mas o seu modo de viver é admirável e passa aos olhos de todos por um prodígio. Habitam em suas pátrias, mas como de passagem; têm tudo em comum como os outros cidadãos, mas tudo suportam como se não tivessem pátria. Todo país estrangeiro é sua pátria e toda pátria é para eles tera estrangeira. Casam-se como toda gente e criam seus filhos, mas não rejeitam os recém-nascidos. Têm em comum a mesa, não o leito.

São de carne, porém, não vivem segundo a carne. Moram na terra, mas sua cidade é no céu. Obedecem às leis estabelecidas, mas com seu gênero de vida superam as leis. Amam a todos e por todos são perseguidos. Condenam-nos sem os conhecerem; entregues à morte, dão a vida. São pobres, mas enriquecem a muitos; tudo lhes falta e vivem na abundância. São desprezados, mas no meio dos opróbrios enchem-se de glória; são caluniados, mas transparece o testemunho de sua justiça. Amaldiçoam-nos e eles abençoam. Sofrem afrontas e pagam com honras. Praticam o bem e são castigados como malfeitores; ao serem punidos, alegram-se como se lhes dessem a vida. Os judeus fazem-lhes guerra como a estrangeiros e os pagãos os perseguem; mas nenhum daqueles que os odeiam sabe dizer a causa do seu ódio.

Numa palavra: os cristãos são no mundo o que a alma é no corpo. A alma está em todos os membros do corpo; e os cristãos em todas as cidades do mundo. A alma habita no corpo, mas não provém do corpo; os cristãos estão no mundo, mas não são do mundo. A alma invisível é guardada num corpo visível; todos vêem os cristãos, pois habitam no mundo, contudo, sua piedade é invisível. A carne, sem ser provocada, odeia e combate a alma, só porque lhe impede o gozo dos prazeres; o mundo, sem ter razão para isso, odeia os cristãos precisamente porque se opõem a seus prazeres.

A alma ama o corpo e seus membros, mas o corpo odeia a alma; também os cristãos amam os que os odeiam. Na verdade, a alma está encerrada no corpo, mas é ela que contém o corpo; os cristãos encontram-se detidos no mundo como numa prisão, mas são eles que abraçam o mundo. A alma imortal habita numa tenda mortal; os cristãos vivem como peregrinos em moradas corruptíveis, esperando a incorruptibilidade dos céus. A alma aperfeiçoa-se com a mortificação na comida e na bebida; os cristãos, constantemente mortificados, vêem seu número crescer dia a dia. Deus os colocou em posição tão elevada que lhes é impossível desertar.

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Da Carta a Diogneto (N. 5-6: Funk 1, 317-321, séc. II)

Cristo é o vínculo da unidade



Estamos unidos ao Espírito Santo por participação.
De fato, se de uma vez por todas
abandonamos a vida puramente natural
e obedecemos às leis do espírito,
é claro que, deixando de lado a nossa vida anterior
e unindo-nos ao Espírito Santo,
adquirimos uma configuração espiritual
e, até certo ponto,
transformamos em outra a nossa natureza.
Assim já não somos simplesmente homens,
mas filhos de Deus e habitantes do céu,
pelo fato de nos termos tornado participantes da natureza divina.
Todos, portanto, somos um só no Pai, no Filho e no Espírito Santo.
Um só, repito, pela identidade de condição,
um só pela união da caridade,
pela comunhão do corpo sagrado de Cristo
e pela participação do único Espírito Santo.

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Liturgia das Horas – Ofício da Leituras – 6ª Semana da Páscoa – Terça-feira
Do Comentário sobre o Evangelho de João,
de São Cirilo de Alexandria (bispo do séc. V)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Muitas veredas, um só caminho


Este é o caminho, caríssimos, onde encontramos nossa salvação:
Jesus Cristo, o pontífice de nossas oferendas,
nosso defensor e arrimo nas fraquezas.
Por ele nossos olhos se voltam para as alturas dos céus;
por ele contemplamos, como num espelho,
o rosto puríssimo e sublime de Deus;
por ele abrem-se os olhos de nosso coração;
por ele a nossa inteligência, insensata e obscurecida, desabrocha para a luz.
Asseguremos a salvação de todo o corpo
que formamos em Cristo Jesus,
e cada um se submeta ao seu próximo
conforme o dom da graça que lhe foi concedido.
O forte proteja o fraco e o fraco respeite o forte;
o rico seja generoso para com o pobre
e o pobre agradeça a Deus por ter dado alguém que o ajude na pobreza.
O sábio manifeste sua sabedoria não por palavras, mas por boas obras;
o humilde não dê testemunho de si mesmo, mas deixe que outro o faça.
Quem é casto de corpo não se vanglorie,
sabendo que é Deus quem lhe dá o dom da continência.

(Da Carta aos Romanos, de São Clemente Romano, Papa, séc. I)
(Liturgia das Horas - Ofício das Leituras - Sexta-feira - IV Semana Páscoa)